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13/04/2016

I henhold til vedtægterne indkaldte bestyrelsen til ordinær generalformsamling torsdag, den 8. april 2016 fra kl. 17.00 til 18.00 i Kulturhuset Islands Brygge 18 - Verdensrummet - 2300 København S.

Referatet kan læses i vedhæftede dokument.


05/09/2015

No dia 07 de setembro, comemoramos (ou não) a Independência do Brasil, eternizada no brado retumbante de D. Pedro, em São Paulo, às margens do Rio Ipiranga. Mas será que as coisas aconteceram realmente assim? Dá pra confiar em todos os fatos contados nos livros didáticos? O que a história oficial não mostra? Vamos conhecer 10 curiosidades sobre a Independência do Brasil.

Queridos leitores, estas curiosidades não são suficientes para compreender o contexto histórico em que ocorreu a Independência do Brasil. Para conhecer este contexto, leia o resumo sobre o Primeiro Reinado. Em seguida, se você quer se divertir, experimente o jogo sobre a Independência do Brasil.

Esta postagem foi extraída e adaptada do Guia dos Curiosos.

D. Pedro recepcionado como herói da Independência

– O Dia do Fico ocorreu por causa da tentativa da nobreza portuguesa em mandar D. Pedro para Portugal, com objetivo de recolonizar o Brasil. Pedro recebeu milhares de assinaturas pedindo que ficasse. No dia 9 de janeiro de 1822, ele teria dito: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico”.

Maria Leopoldina, esposa de D. Pedro, teria alertado sobre a intenção de Portugal recolonizar o Brasil. Ela teria enviado uma carta durante a viagem de D. Pedro a São Paulo, com os dizeres: “(…) Com o vosso apoio ou sem o vosso apoio ele (Brasil) fará a sua separação. O pomo está maduro, colhei-o já, senão apodrece (…)”.

– Segundo alguns pesquisadores, D. Pedro estaria na casa de sua amante, a Marquesa de Santos, quando recebeu a carta de sua esposa, a Imperatriz Leopoldina, alertando-o sobre o golpe pretendido por Portugal. Na madrugada de 7 de setembro de 1822, ele inicia sua viagem de volta para São Paulo.

– Ao entrar em São Paulo a comitiva passou pelo Caminho Lavapés – um pequeno córrego que fazia a divisa entre a zona rural e a cidade. Ali os recém chegados a cidade podiam lavar seus pés, normalmente sujos e cansados das longas viagens. Hoje o local chama-se Rua dos Lavapés.

– O Brasil pagou 2 milhões de libras a Portugal pela Independência. D. Pedro não pediu nenhuma possessão portuguesa – caso de Angola, na África, cuja elite quis fazer parte do Império do Brasil para facilitar o tráfico de escravos.

Pintura do Grito do Ipiranga, quadro de Pedro Américo

– O quadro “Independência ou Morte, de Pedro Américo, entrou para a história como o retrato do momento da Proclamação da Independência. Mas foi pintado apenas em 1888, em Florença, na Itália, sob encomenda da Corte. O pintor, que nem era nascido em 1822, cometeu alguns exageros.

– Por exemplo, D. Pedro tinha acabado de se encontrar com sua amante Domitila de Castro, a Marquesa de Santos. Ele viajava secretamente, por isso não poderia estar com uma grande comitiva e nem usando traje oficial. Além disso, D. Pedro não estava viajando a cavalo. Para viagens longas só era usado o burro.

– O grito não aconteceu às margens do riacho do Ipiranga, como sugere o quadro e a letra do Hino Nacional. O príncipe bradou o seu célebre grito no alto da colina próxima ao riacho, onde sua tropa esperava que ele se aliviasse de um súbito mal-estar intestinal.

– A Casa do Grito, que também aparece no quadro, é uma das atrações do Parque da Independência, em São Paulo. Feita em taipa, ela foi habitada pela família Tavares de Oliveira, a partir de 1911. Em 1936, a família acabou desapropriada pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura.

– O quadro mede 7,60 metros por 4,15 metros. Mas o maior quadro de Pedro Américo, também o maior do Brasil, é “Batalha do Avaí”, de 1874. A tela tem 66 m2 e está em exibição no Museu Nacional de Belas-Artes do Rio de Janeiro. Levou 26 meses para ser finalizado.

Fonte: História Digital


05/09/2015

 

A Independência do Brasil é celebrada em todo dia 07 de setembro. Essa comemoração acontece desde a época do Primeiro Império, que, a cada ano, rememorava a ocasião em que o país se tornou independente de Portugal no ano de 1822. O processo de independência do Brasil teve como principais atores históricos, além do príncipe regente D. Pedro (que se tornou o imperador D. Pedro I), alguns representantes da elite interessada na ruptura entre Brasil e Portugal. Entre esses representantes, encontrava-se aquele que também se tornou um dos maiores articuladores do Império, José Bonifácio de Andrada e Silva.

De certa forma, a possibilidade de um “Brasil independente” remonta à época da vinda da família real para o Brasil em 1808, acontecimento que inaugurou em nosso país o chamado Período Joanino. D. João VI veio com sua corte para o Brasil por ter se recusado a ser conivente com a política do Bloqueio Continental, imposta por Napoleão Bonaparte contra o Reino Unido. Como Portugal possuía importantes acordos econômicos com os ingleses, D. João VI achou por bem desobedecer às ordens do imperador francês e abandonar a Península Ibérica, sendo escoltado por navios ingleses até a costa brasileira.

Nessa época, o Brasil foi alçado à condição de Reino Unido, junto a Portugal e Algarves, deixando assim a condição de ser colônia. Muitas das ações empreendidas por D. João VI no Brasil durante o período em que aqui esteve (1808-1821) colaboraram para que o país ganhasse uma relevância que ainda não possuía. Essa relevância tinha dimensões econômicas, políticas e culturais. Entretanto, nos anos que seguiram após o fim da Era Napoleônica (1799-1815), Portugal passou por intensas turbulências políticas. Essa situação exigiu a volta do rei D. João VI com sua corte em 1821.

O rei português deixou no Brasil como seu representante D. Pedro, seu filho, que recebeu o título de príncipe regente. Durante o ano de 1821 e até os primeiros dias do mês de setembro de 1822, as turbulências políticas de Portugal fizeram-se refletir também no Brasil. As assembleias que ocorriam em Lisboa (que contavam também com representantes brasileiros) ganhavam pautas que defendiam o retorno de Portugal como o centro político do referido Reino Unido e, por consequência, a submissão do Brasil à sua posição.

Ao mesmo tempo, em terras brasileiras, o príncipe regente, orientado por representantes das elites políticas locais, promovia uma série de reformas que desagradavam as elites lusitanas. As ações de de D. Pedro mobilizaram a corte portuguesa a pedir a sua volta imediata para Portugal no início de 1822. D. Pedro recusou-se a abandonar o Brasil e, em 09 de janeiro, optou pela sua permanência no país. Esse dia ficou conhecido como Dia do Fico.

As indisposições entre Portugal e Brasil continuaram ao longo do primeiro semestre de 1822. Esse período de intensas discussões e propostas direcionadas à efetivação da independência foi exaustivamente estudado por muitos historiadores, tanto portugueses quanto brasileiros. No Brasil, destacam-se os nomes de Oliveira Lima e Nelson Werneck Sodré. No mês de setembro, as cortes portuguesas deram um ultimato para D. Pedro voltar para Portugal, sob ameaça de ataque militar. O príncipe que estava em viagem ao estado de São Paulo recebeu a notícia e, antecipando uma decisão que já estava quase nas “vias de fato”, declarou o país independente às marges do rio Ipiranga, no dia 07. Esse gesto implicaria a futura organização do país enquanto nação e enquanto império, um projeto que não era fácil de ser conduzido, como acentua o historiador Boris Fausto:

Alcançado em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, dom Pedro proferiu o chamado Grito do Ipiranga, formalizando a Independência do Brasil. Em 1° de dezembro, como apenas 24 anos, o príncipe, regente era coroado Imperador, recebendo o título de dom Pedro I. O Brasil se tornava independente, com a manutenção da forma monárquica de governo. Mais ainda, o novo país teria no trono um rei português. Este último fato criava uma situação estranha, porque uma figura originária da Metrópole assumia o comando do país. Em todo de dom Pedro I e da questão de sua permanência no trono muitas disputas iriam ocorrer, nos anos seguintes.” [1]

NOTAS

[1] FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2013. p 116.


Por Me. Cláudio Fernandes

 

Fonte: Brasil Escola


25/03/2015
REFERAT FRA GENERALFORSAMLING I DANSK-BRASILIANSK SELSKAB

 

I henhold til vedtægterne indkaldte bestyrelsen til ordinær generalforsamling  onsdag, den 11. marts 2015 fra kl. 17:30 til 19:00 i Kulturhuset Islands Brygge på Islands Brygge 18 – Salonen – 2300 København S.

Til dirigent havde bestyrelsen udpeget Per Andersen, der konstaterede at generalforsamlingen var lovligt indkaldt i henhold til vedtægterne samt at generalforsamlingen var beslutningsdygtig.

Til referent havde bestyrelsen udpeget Marisa Dohrup.

9 medlemmerne deltog i d.d. Generalforsamling.

Dagsordenen var som påkrævet i vedtægterne:

  1. Bestyrelsens beretning om selskabets virksomhed 01/01/2014 – 31/12/2014. Se side 3. / Godkendt

I dag har Dansk-Brasiliansk Selskab 66 medlemmer.

  1. Gennemgang og godkendelse af det fremlagte regnskab (Bilag 1 – Regnskab 2014). / Godkendt.
  1. Forslag til kontingent for 2015. Individuelt: kr 150,- Par: kr 230,- og virksomheder kr 1.500,-. / Godkendt.
  1. Valg af bestyrelse, ifg. § 4 i vedtægter.

Margareth Brandel, ønsker ikke genvalg, formand posten er midlertidigt ledig.

Marisa Dohrup, revisor, enstemmigt genvalgt

4a.   Valg af suppleanter

Zenaide Andersen, suppleant, enstemmigt genvalgt.

  1. Forslag fra bestyrelse

Udvalgsstrukturen nedlægges, og i stedet kan man melde sig til de aktiviteter man aktivt har interesse for.  /Godkendt.

  1. Eventuelt
  1. Forslag fra medlemmerne
    • Rabat for medlemmer til diverse kultur aktiviteter, som eks. Koncerthuset med Brasiliansk kunster,
    • Fast betalings tidspunkt for medlemmer (Juni, efter general forsamlingen)
    • Mulighed for medlemmerne til at sende besked til andre medlemmer i Facebook
    • Mulighed til at besøg UN City
    • Vision, Mission skal omformuleres

Det blev besluttet at vi skal mødes til brainstorming omkring forslagene.

 

Årsberetning for året 2014

 

Bestyrelsen har vedvarende arbejdet med at få inputs fra medlemmerne for at målrette selskabets events i forhold til medlemmernes ønsker for aktiviteter. Det er lykkedes godt og det har været et spændende og begivenhedsrigt år, hvor vi har haft mange gode stunder og har lært hinanden at kende. Året har budt på mange ting: Brasilianske rytmer på Portugalo, Velkomst middag for nye medlemmer, Koncert med Diego Figueiredo, Teaterstykket ”The Nausea”, Nordisk Film – rundvisning, Latin Amerika Filmfestival, VM på Islands Brygge, Copenhagen Jazz Festival, Churrasco ved Furesø, Cineclube Brasil, Masquerade og Julehygge no Tivoli.

Vi har dog måtte aflyse nogle events på baggrund af for få tilmeldinger, bl. a. Den traditionelle frokost på Sølyst.

Alle de mange events kunne ikke lade sig gøre uden det store bidrag fra Fernanda, Silvana, Luciana, Marisa, Zenaide og Marcello. Samtidigt har vi også haft utrolig gode samarbejdspartnere som har haft interesse i vores selskab og her nævnes: Den Brasilianske Ambassade i København, DR Sport, Jazzhouse Montmartre, Direktør Marcello Bosschar, K.U.K.S. og Huset-KBH.

Bestyrelsen har yderlig arbejdet med at få et tættere samarbejde med de forskellige udvalg i selskabet og har inviteret udvalgsmedlemmerne til at deltage i mange af bestyrelsesmøderne. Det har tydet på at udvalgsmedlemmerne har været udfordret af andre aktiviteter, og det derfor har været et fåtal, der har haft mulighed for at bidrage til selskabets udvalgsarbejde i året der gik.

Der findes mange spændende emner til år 2015 bl.a. forberedelse til selskabets 90 års jubilæum i år 2016.

 

 

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Per Andersen, Dirigent

 

 


20/02/2015

I forvejen flyver Norwegian både til Sydøstasien og Nordamerika.

Men i 2016 vil det ekspanderende norske lavprisselskab også have Brasilien, Sydafrika og Indien i programmet.

Det skriver branchenyhedsbrevet check-in.dk.

Læs mere http://pol.dk/2548749

 


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